Participe!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Uma ideia de agenda

Para quem deseja ter uma agenda personalizada e flexível dou umas sugestões:
  1. Compre um caderno grande, daqueles de matéria;
  2.  Faça um trabalho de colagem na capa de seu caderno. Explore sua criatividade;
  3. Edite o arquivo disponível no link a seguir, com seus compromissos/datas à Ideia de agenda;
  4. Imprima e cole o mês (arquivo editado) que está prestes a iniciar à Uma folha em cada página. No decorrer do mês você poderá acrescentar manualmente, no calendário, outros compromissos/datas;

  5. Registre tudo o que precisar e quiser nas páginas do caderno dispostas logo após as páginas onde foi colado o calendário do mês;
  6. Terminado o mês (por exemplo: Janeiro 2016), imprima e cole o mês seguinte.

Utilizo essa agenda a muito tempo porque as agendas convencionais sempre têm espaço limitado e essa agenda permite termos a dimensão que desejamos.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Presente de Natal

O primeiro presente não foi embrulhado, não tem laço, não foi comprado na internet, nem em um shopping.

O primeiro presente de Natal foi um presente simples; um presente sagrado. Não foi ouro, nem incenso, nem mirra. Foi um presente de amor... e vida... e paz... e esperança dado por um Pai a todos os seus filhos.

E amou você... e você... e cada um de nós.
Ele deu seu Filho. Ele é o Cristo. Ele é o Natal. Ele é o presente!

Neste Natal descubra o presente, abrace o presente!

video


“Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3, 16)


segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Revisão de conteúdos - Uma dinâmica

Uma semana antes das avaliações semestrais, nas disciplinas que lecionamos, costumamos realizar revisões de conteúdo. Entendendo que essa revisão não deve se resumir a uma aula expositiva dada pelo educador propomos dinâmicas que provoquem o envolvimento dos estudantes, articulando aprendizagens já realizadas na disciplinas.

Uma dessas dinâmicas foi aplicada na disciplina “Formação sócio-histórica brasileira”.

Primeiro, apresentamos uma lista de palavras relacionadas aos conteúdos trabalhados da disciplina. As mesmas foram dispostas aleatoriamente;

Segundo, formamos pequenos grupos e solicitamos aos mesmo que dispusessem aquelas palavras em ordem cronológica, associando-as a sujeitos e momentos históricos;

Por fim, em plenário, compartilhamos nossas linhas do tempo e, enquanto isso, dialogamos sobre todo conhecimento que poderia estar relacionado a cada palavra.


O momento foi rico porque todos foram sujeitos da aprendizagem.

Essa dinâmica pode ser adaptada para qualquer conteúdo. Dependendo apenas da criatividade de quem desejar aplicá-la.

Clique aqui e confira as palavras que utilizei nessa dinâmica

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Curso Livre Aprendendo a planejar


O Ateliê de educadores promove o curso Livre "Aprendendo a planejar aulas". O mesmo será realizado à distância, no período de 23 de novembro a 19 de dezembro de 2015.
O curso tem como objetivo orientar a elaboração de planos de aula em qualquer contexto educacional.
Educadores e interessados no tema são o público-alvo desse curso e devem ter disponibilidade de estudo de pelo menos 30 minutos por dia, durante 4 semanas.
As inscrições estão abertas de 06 a 19 de novembro de 2015. Os interessados devem CLICAR AQUI para acessar o formulário de inscrição.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Estatégias de leitura e estudo: Afirmações corretas e incorretas

Com a intenção de promover o estudo de textos em sala de aula crio sempre algumas estratégias de leitura. A ideia é fazer com que os estudantes realizem um contato lúdico com o texto, despertando o interesse pela leitura e estimulando o saber pensar.

O relato a seguir é o primeiro de tantos que pretendo compartilhar aqui no Ateliê de educadores. Se você tiver alguma estratégia de leitura criada por você pode enviar para nós para publicarmos nesse blog. Conhecimento é para compartilhar e promover o bem a tod@s!


Técnica: Afirmações corretas e incorretas

Escolhi um texto e a partir de uma de suas partes elaborei algumas frases. Umas com afirmações corretas e outras incorretas.

Expus em sala da aula frase por frase (1) e solicitei aos estudantes analisassem cada uma delas, identificando a informações corretas e as incorretas, apresentando justificativas.

A partir dessa proposta de análise de frases realizamos introdução ao estudo do texto, promovendo reflexões em grupo.

Num segundo momento formamos grupos e cada um ficou com uma parte do texto (do restante do texto ainda não trabalhado), tendo como tarefa realizar leitura de sua parte e elaborar frases com afirmações corretas e/ou incorretas (2).

Após o momento de elaboração cada grupo expôs em sala suas frases, promovendo análise das mesmas.

Com essa simples estratégia conseguimos alcançar nossos objetivos de estudo.

Notas
(1)   Editei as frases em Word e projetei as mesmas no quadro branco.
(2)   Formamos 3 (três) grupos: um ficou com o tópico sobre “salário” (páginas 2 a 4); outro com “lucro” (páginas 4 a 5); o último com “divisão das classes sociais” (páginas 5 a 7).



sábado, 24 de outubro de 2015

Cursos Online Abertos e Massivos

Você já ouviu falar de Coursera, Learncafe, Unesp aberta, Veduca ou Edx? E de cursos Online Abertos e Massivos?

Os nomes que mencionamos são plataformas de ensino virtual e à distância que oferecem cursos Online Abertos e Massivos, mais conhecidos como MOOCs.

Os MOOCs são Online porque oferecidos em plataformas de ensino disponíveis na internet (Ambientes Virtuais de Aprendizagem). São Abertos porque compreendem licenciamento aberto de conteúdo (Creative Commons) e estrutura aberta e metas de aprendizagem. São Massivos porque acolhem número ilimitado de participantes sem distinção de público, sem exigência de vinculação institucional, nem pré-requisitos. Geralmente são oferecidos com gratuidade, conferindo certificação ou não.

Dave Cormier, gerente de Comunicação na Web e Inovações, pesquisador  do Instituto Nacional de Tecnologia na Educação Liberal  e vinculado à Universidade de Prince Edward Island, criou e popularizou o termo ‘Massive Open Online Course’ (MOOC).

A primeira experiência reconhecida como MOOC foi promovida em 2008 por George Siemens e Stephen Downes. Os mesmos ofereceram, chancelados pela Universidade de Manitoba (Canadá), o curso Conectivismo e Conhecimento Conectivo’, para 25 alunos pagantes e 2300 estudantes com participação gratuita pela internet.

A aprendizagem nos MOOCs abrange a participação nas atividades propostas, diferenciando-se de participante a participante, isto é, como cada um interage com os conteúdos e faz o seu percurso e se dedica no curso.

Os cursos MOOC têm como base a pedagogia conectivista. A mesma fundamenta-se na ideia de que a aprendizagem se encontra nas conexões em rede que acontecem entre as pessoas e os componentes do mundo digital. Para essa abordagem, aprender compreende a habilidade de criar e transitar nestas redes de conexões.

A seguir, algumas plataformas de Cursos Online Abertos e Massivos (MOOCs):


O COURSERA agrega 88 instituições de grande relevância mundial, oferece cursos gratuitos em diversas áreas do conhecimento.

Os conteúdos de seus cursos, dispostos progressivamente em vídeos aulas, têm sido traduzidos para o púbico brasileiro com a colaboração de tradutores voluntários que recebem certificado emitidos pela Fundação Lemann e Coursera.

Introdução ao Pensamento Matemático e Fundamentos da Estratégia de Negócios são alguns exemplos de cursos. Neles são utilizados recursos tais como: exercícios, avaliações, atendimento online e fóruns.




Os cursos on-line da EDX são oferecidos pelas melhores universidades do mundo, tais com: Harvard , Mit e Berkeley.
Sem fins lucrativos, as aulas dos cursos são interativas, tendo vídeos e jogos como recursos.

Diferentemente de outros MOOCs, oferece certificação.

Introdução à ciência da computação, Medicina Comportamental, Estatística, Princípios de Circuitos Elétricos e Epidemias são alguns exemplos de cursos oferecidos na EDX.




A UNESP ABERTA, criada em 14 de junho de 2012 pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, é a primeira iniciativa MOOC no Brasil.

Disponibiliza gratuitamente conteúdos e materiais didáticos dos cursos de graduação, pós-graduação e extensão da Universidade. Seus materiais são organizados em cursos completos e livres.

Sem certificação ou assessoria pedagógica, oferece 70  cursos por áreas do conhecimento:  áreas de Humanas, Exatas e Biológicas.

Nos cursos há recursos tais como: videoaulas, textos, atividades, animações, apostilas e softwares educacionais.

A UNESP aberta disponibiliza  também 196 e-books do selo Cultura Acadêmica e o acervo da biblioteca digital.



A LEARNCAFE oferece cursos online gratuitos e cursos online pagos, dispondo de ferramentas que visam a facilitar o ato de aprender e ensinar.

Para os autores de cursos, todos os recursos são gratuitos e sem taxa de inscrição ou mensalidade.

Fórum, glossário, contato com alunos e autor do curso são alguns recursos disponíveis.



Está precisando reforçar a sua formação inicial? Optar por MOOCs é uma excelente alternativa!

A verdadeira aprendizagem transforma


A aprendizagem compreende transformação e crescimento, tendo reflexos significativos sobre todas as dimensões do ser humano (intelectual, afetivo, social, espiritual, dentre outros). Ela é essencial à sobrevivência de cada indivíduo e colabora com a vida em sociedade. 

Quando mais dispostos a aprender, ampliamos nossa visão de mundo, assimilamos ou até produzimos novos conhecimentos e nos colocamos na via de acesso para uma vida de qualidade.

A aprendizagem acontece a todo momento, em múltiplos lugares e conta com a colaboração de uma infinidade de sujeitos. Aí está a sua riqueza.

Situações da aprendizagem podem acontecer espontânea, de maneira informal, ou propositalmente, com intenções implícitas ou claras.

Adquirimos conhecimento: nos diálogos do dia a dia, presencial ou virtualmente; nas relações interpessoais; nas experiências em ambientes educacionais e profissionais; na convivência em grupos dos mais variados fins. Mas curiosidade e humildade (admitir que  não sabe o suficiente e que, por isso, precisa aprender sempre) são uns dos principais elementos de motivação para a aprendizagem.

De fato, a verdadeira aprendizagem nos transforma, nos torna melhores, cria oportunidades. Para isso, é fundamental darmos o devido valor à educação, repensando o sentido do estudo, exigindo/colaborando com uma escola (em todos os níveis de ensino) cada vez mais disposta a aprender e ensinar e, consequentemente, contribuindo com a formação de cidadãos éticos e solidários.

Sejamos, portanto, autores e atores da aprendizagem e façamos isso por meio do diálogo!

Livros gratuitos

A UNIVERSIA divulga em site uma infinidade de livros que podem ser baixados diretamente em computadores, tablets e smartphones. São livros de literatura infantil e juvenil, acadêmicos, sobre liderança e empreendedorismo, história do Brasil, dentre outros.


Que tal conferir? Basta clicar aqui!

Eu sonho com um país de mulheres e homens leitores, autores críticos de suas próprias histórias. A mudança do mundo começa por aí!

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Dia dos professores

É um orgulho ser educador! Na docência temos a felicidade de cultivar conhecimento e amizade! Feliz dia dos professores a todos que se dedicam a aprender e ensinar, compromissados com o esforço de tornar a vida cada vez melhor.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Uma dica para a escrita de textos

Reunir fontes com informações sobre um assunto que desejamos desenvolver não é tarefa difícil quando se tem em mente o desejo de produzir textos próprios.

A respeito de um assunto temos sempre algum conhecimento (conhecimento prévio) e é bom partir dele. Buscando o pensamento de outras pessoas a respeito do assunto de nosso interesse, criamos a oportunidade de adquirir novos conhecimentos.

A autoria de textos é fruto de um diálogo com a realidade, com os saberes que construímos e com os saberes sistematizados por outros autores. É um exercício de interação e reflexão.

Para adquirir a competência da escrita, a leitura é fundamental e hoje, com os recursos da internet, melhorou o acesso à informação e ao conhecimento por que por meio deles podemos acessar uma infinidade de fontes, tais como: textos escritos, imagens, músicas e vídeos. Diante disso, o desafio hoje é escolher fontes e informações confiáveis e relevantes para o avanço da produção de conhecimentos úteis à vida.

Há algumas décadas atrás utilizávamos especialmente enciclopédias com fontes de pesquisa. Hoje, provavelmente o meio mais consultado para o desenvolvimento de pesquisa é a internet. Entendo que devamos utilizar tanto os materiais impressos quanto os que se encontram na rede. No caso da necessidade de produzir textos consistentes é bom que busquemos textos que resultaram de reflexões filosóficas ou científicas.



Uma vez encontradas, escolhidas e reunidas as fontes, devemos dar início à leitura das mesmas. Realizar uma revisão de literatura (1) utilizando a técnica do fichamento (2) é um investimento cujos resultados poderão ser observados a médio ou longo prazo. Compreendendo a importância disso, costumo fichar todos os textos que leio, seja realizando anotações (a lápis) nos livros ou textos, seja armazenando comentários, críticas ou citações nos editores de texto, especialmente no Word. Mas além disso, um recurso que considero interessante utilizar é o quadro comparativo.

O quadro comparativo pode ser disposto numa tabela criada no Word ou no Excel. Na primeira linha, a partir da segunda coluna informa-se os nomes dos autores das fontes consultadas, seguidos dos anos de publicação. Na primeira coluna, a partir da segunda linha relacionam-se as palavras-chave (títulos das ideias que consideramos relevantes no texto). Nas demais colunas e linhas, as citações, associadas às palavras-chave.



Além da tabela é importante identificar o assunto sobre o qual trata o quadro comparativo e também as referências das fontes. Se estivermos, por exemplo, elaborando um quadro comparativo sobre planejamento, poderíamos obter a seguinte configuração:


A vantagem de elaborar quadros comparativos é que por meio deles podemos comparar ideias de diversos autores. Ao comparar ideias, inclusive com as nossas, promovemos uma espécie de diálogo e ampliamos o nosso conhecimento.

As ideias relevantes, identificadas pelas palavras-chave, poderão ser analisadas e dispostas numa sequência lógica, possibilitando a sistematização de um roteiro de escrita. Tendo o roteiro de escrita e as ideias, escrever o texto torna-se uma atividade menos complicada.

Essa é uma proposta para auxiliar a produção textual. Resta testar. Aguardo notícias.

Notas
(1) Para Bento (2012) “A revisão da literatura é uma parte vital do processo de investigação. Aquela envolve localizar, analisar, sintetizar e interpretar a investigação prévia (revistas cientificas, livros, actas de congressos, resumos, etc.) relacionada com a sua área de estudo; é, então, uma análise bibliográfica pormenorizada, referente aos trabalhos já publicados sobre o tema. A revisão da literatura é indispensável não somente para definir bem o problema, mas também para obter uma ideia precisa sobre o estado actual dos conhecimentos sobre um dado tema, as suas lacunas e a contribuição da investigação para o desenvolvimento do conhecimento.”

(2)  De acordo com Marconi e Lakatos (1995), fichamento é uma forma de investigar que se caracteriza pelo ato de fichar (registrar) todo o material necessário à compreensão de um texto ou tema. É uma parte importante na organização da pesquisa, permitindo um fácil acesso aos dados fundamentais para a conclusão do trabalho.

Referências
MARCONI, M.A; LACKATOS, E.M. Metodologia do trabalho científico. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1995.


BENTO, António V. Como fazer uma revisão de literatura: considerações teóricas e práticas. Disponível em: . Acesso em: 10 Out. 2015.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

A introdução de um projeto de pesquisa


Estando a introdução entre os elementos iniciais do projeto de pesquisa temos a impressão de que sua escrita é uma das primeiras. Pelo contrário, ela deve ser o último item a ser sistematizado pelo pesquisador porque tem como função inserir seus leitores (1) no referido trabalho, apresentando com brevidade informações relevantes do projeto, tais como:

O tema – expondo motivos para a escolha do tema, falando da atualidade do mesmo, contextualizando-o, e relacionando seus aspectos conceituais. Tratando desse item, o estudante-pesquisador deve apresentar também o enfoque que dará ao tema, já que o mesmo precisa vir bem delimitado;

O problema – apontando a dúvida em torno da qual será desenvolvida toda a pesquisa, o conhecimento que se deseja adquirir, o aspecto da realidade que se pretende compreender e/ou até transformar;

Os objetivos de pesquisa – apresentando o objetivo geral, o que o estudante-pesquisador pretende alcançar por meio da pesquisa;

A justificativa – expondo a importância científica e social de realizar a pesquisa sobre o tema proposto;

O referencial teórico – apontando o ponto de vista sobre o qual o tema será abordado, em quais autores e conceitos se apoiará a pesquisa;

A metodologia – descrevendo o tipo de pesquisa e os instrumentos de coleta e análise de dados.


Todos os elementos mencionados devem ser apresentados sucintamente já que logo em seguida, no projeto, cada um deles será detalhadamente apresentado. Na verdade, a introdução tem o objetivo explicitar as intenções e estratégias de pesquisa e atrair/preservar o interesse do leitor.

Nota
(   (1) Os leitores de um projeto de pesquisa podem ser: o próprio autor do projeto, professores de TCC, orientadores, colegas de estudo e pesquisa ou interessadas na proposta de pesquisa.



Referência
Associação Brasileira de Normas e Técnicas. NBR 14724, 2006.


GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projeto de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Projeto de Pesquisa

Para quem vai realizar uma pesquisa o planejamento é fundamental. Mas, será que estamos convencidos a respeito da importância de um projeto de pesquisa? Provavelmente, conhecendo algumas definições sobre projeto de pesquisa, consigamos reconhecer referida importância.

A Associação Brasileira de Normas e Técnicas (2011), por exemplo, afirma que o projeto de pesquisa é uma das fases da investigação (a primeira fase). Além disso, define que ele é a descrição da sua estrutura. Tal estrutura compreende: capa, contracapa, introdução, tema, justificativa, problema de pesquisa, referencial teórico, metodologia, cronograma e referências.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Uma oficina de (auto)biografia

Quando cursava o mestrado em educação (UFC) tive a oportunidade de elaborar uma autobiografia, fruto de trabalho acadêmico solicitado por uma das disciplinas no referido curso. Gostei tanto dessa experiência que a levei para o curso de graduação de pedagogos, em algumas instituições nas quais atuei. Foram muitas turmas que aceitaram a proposta de elaboração de biografias ou autobiografias com foco na história de educação,

Compartilho nessa postagem a sequência didática que utilizava, seguida de orientações metodológicas voltadas para a mediação de produção de (auto)biografias.

Logo nos primeiros encontros, visando deixar claro o que seria a (auto)biografia, levava citações de alguns autores, tais como:

“(...) o método (auto)biográfico tem se mostrado como opção e alternativa às disciplinas das ciências humanas, para fazer mediação entre a história individual e a história social, visto que, segundo Ferraroti (1988, p. 24) “o seu caráter essencial, é a sua historicidade profunda, a sua unicidade”. Ao afirmar que toda práxis humana é reveladora das apropriações que os indivíduos fazem das relações e das próprias estruturas sociais, o referido autor defende que “podemos conhecer o social a partir da especificidade irredutível de uma práxis individual (...).”  (MOURA, 2004, p. 126).

“As (auto)biografias são constituídas por narrativas em que se desvelam trajetórias de vida. Esse processo de construção tem na narrativa a qualidade de possibilitar a auto compreensão, o conhecimento de si, àquele que narra sua trajetória.” (ABRAHAO, 2004, p. 203).

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Construindo um Glossário

A proposta
Visando colaborar com a aprendizagem de conceitos-chave na disciplina "Trabalho e sociedade", do curso de Serviço Social, solicitei a um grupo de estudantes da elaboração de um glossário.
Inicialmente os conceitos serão produzidos individualmente tendo por base alguns textos de referência e, em alguns encontros presenciais, serão elaborados coletivamente, tendo com suporte a utilização de quadros comparativos.

Conceito
O glossário é comumente utilizado em dissertações acadêmicas ou livros científicos, destinando-se a reunir conceitos breves que facilitem a compreensão do texto. São dispostos, portanto, no final dos mesmos.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Plágio acadêmico


Um trabalho acadêmico, a exemplo da monografia ou do artigo científico, exige o exercício da autoria por parte do pesquisador. A autoria compreende o diálogo com estudiosos num determinado assunto e com a realidade. Fruto desse diálogo, significa a habilidade de apreciar o mundo e, a partir disso, expressar suas ideias.

Ao ser motivado a realizar uma pesquisa científica o estudante escolhe um tema e um problema bem delimitados e a partir disso adquire a oportunidade de aprofundar-se no tema, tornando-se um especialista no mesmo com possibilidades de oferecer contribuições teóricas e práticas. Quando, por algum motivo (1), o estudante abre mão da autoria e opta pelo plágio, pode imaginar que está enganando àquele quem apreciará a produção e possivelmente atribuirá um conceito ou nota, mas está primeiramente enganando a si mesmo, negando sua condição e rica oportunidade de compreender e (re)significar a realidade.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

A escolha do tema de pesquisa

Escolher um tema é a primeira ação que precisa ser realizada por uma pessoa de decide desenvolver uma pesquisa acadêmica.

De acordo com Marconi e Lakatos (2007) tema é “assunto que se deseja estudar e pesquisar”. Para Wazlawick (2009), o tema corresponde a “uma área de conhecimento ou um aspecto de uma área de conhecimento que se deseja investigar e desenvolver”. Os referidos autores, ao apresentarem suas definições, apontam o que é o tema (assunto, área do conhecimento...) e as ações desenvolvidas em relação ao tema (pesquisar/investigar, estudar, desenvolver) o que nos leva a entender que a escolha de um tema exige do estudante interesse, compromisso e disciplina, envolve a busca por informações, o estudo e a (re)construção de conhecimentos.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

O capítulo metodológico de um projeto de pesquisa

Um projeto de pesquisa tem o capítulo metodológico como um de seus elementos. Nele expomos a metodologia que será desenvolvida pelo pesquisador, tendo em vista o alcance dos objetivos de pesquisa (geral e específicos) e, consequentemente, da resolução do problema de pesquisa. Como afirma Bastos:

O elemento básico de uma boa metodologia consiste em um plano detalhado de como alcançar o(s) objetivo(s), respondendo às questões propostas e/ou testando as hipóteses formuladas. De fato, a “boa” metodologia é a apropriada à solução do problema e aos objetivos do estudo. (BASTOS, 2003, p. 06).

O sentido etimológico de metodologia é caminho. Na pesquisa, a metodologia seria, portanto, o caminho a ser tomado pelo pesquisador, isto é o tipo de pesquisa que ele adotará (sua classificação), a população e a amostra e os instrumentos de coleta de dados com os quais ele trabalhará.


terça-feira, 1 de setembro de 2015

Pesquisa, levamento bibliográfico e revisão de literatura

Toda vez que nos dispomos a conhecer um tema buscamos várias fontes (livros, artigos, vídeos, fotografias, vídeos, entrevistas...). Hoje costumamos procurar materiais na internet, mas eles podem também ser encontrados em bibliotecas, livrarias, junto a pessoas interessadas, dentre outros.

Alguns pesquisadores adquirem conhecimento sobre o tema a partir de experiências educativas e profissionais. Nesse sentido, o estudo de fontes sobre o tema atribui sentido às experiências e acrescenta mais conhecimento.

A problematização na pesquisa

Quando pensamos em pesquisa científica somos remetidos à escolha de um tema, mas logo que isso é realizado, é preciso refletir sobre uma dúvida, uma questão que precisa ser resolvida em relação ao tema.  Todo esforço empregado na pesquisa estará destinado à resolução da questão, promovendo compreensão da realidade e (re)construção de conhecimentos.

Ter clareza do que deseja pesquisar, isto é, ter uma pergunta de pesquisa bem elaborada e clara é fundamental para o alcance de boas respostas. Ao contrário, se o pesquisador não tiver clareza do que deseja investigar, dificilmente chegará alguma descoberta.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Arte com sucata

Olá leitores do Ateliê de educadores, disponibilizamos hoje uma espécie de resumo sobre o trabalho com sucata na educação básica. Que esse material seja útil a tod@s @s interessad@s!

O que é?
Arte que aproveita o “lixo” de uma sociedade de consumo. A sucata torna-se material de pesquisa, colagem e construção nas escolas para as crianças.

A sucata, pode ter aspecto de “lixo”, de amontoado de cacarecos misturados, confusos, difíceis de serem distinguidos, parecendo lixo real, Por outro lado, pode dar origem a objetos construtivos, expressivos.

O trabalho com sucata permite ao educador verificar o estágio cognitivo em que se encontra a criança.


terça-feira, 31 de março de 2015

Jornada Virtual ABED de Ead


sexta-feira, 13 de março de 2015

O educador reflexivo e a prática docente

Hoje, 13 de março de 2015, o ATELIÊ DE EDUCADORES completa 5 anos de existência. Nesse tempo sabemos que esse blog colaborou com o estudo de muitos educadores, educandos e interessados.
Manifesto minha gratidão a todos que incentivaram essa iniciativa e que colaboraram de alguma forma.
Que possamos dar continuidade à nossa missão de compartilhar ideias e práticas em educação!
Em homenagem, publicamos um texto que elaboramos recentemente sobre o educador reflexivo.
Abraços!

Francisco Sales da Cunha Neto.


Todos nós temos ideias sobre o que é ser professor e de sua função em espaços educacionais, especialmente no ambiente de sala de aula. Tais ideias foram construídas ao longo de nossa formação escolar e alimentam nossas expectativas toda vez que estamos na condição de estudantes.

Se parássemos para pensar um pouco a respeito de nossas representações sobre o que é ser professor, quais características poderíamos apontar?

Talvez haveria um consenso em torno de algumas características, tais como: o professor é aquele que domina todo o conteúdo de uma determinada disciplina; enquanto o estudante é aquele que aprende, o professor é aquele que ensina; o professor transmite conhecimento.


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