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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Uma oficina de (auto)biografia

PRECISANDO CORRIGIR O TCC?



 

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Miguel Magone

Em outubro de 1857, quando Dom Bosco se encontrava na estação de uma pequena cidade chamada Carmagnola, a 30 km de Turim – Itália, observou a algazarra de um grupo de meninos de rua. Um deles se destacava por sua expressiva liderança: Miguel Magone.

Indo ao encontro destes, Dom Bosco foi logo indagado por Miguel:

- Quem é você para vir e se intrometer em nossos jogos?

- Sou um amigo seu, disse Dom Bosco. E você, quem é?

- Quem sou eu? Miguel Magone, o capitão do exército!

Miguel tinha treze anos. Era um garoto sem pai e pouco assistido pela mãe, que se ocupava de trabalho para sustentar a família. Por conta disso, Miguel vagava pelas ruas de Carmagnola e exercia o comando sob um grupo de meninos sem perspectivas de vida digna.

Miguel não poderia imaginar que seu encontro com Dom Bosco iria mudar sua vida. De fato, Dom Bosco era seu amigo: levou-o para Turim e lá Miguel encontrou uma casa, uma família, um pai e uma nova chance para a vida. Com Dom Bosco, deixou a rua e começou a estudar, vivendo uma verdadeira jornada educacional.

Miguel Magone morreu no dia 21 de janeiro de 1859, vítima de uma doença pulmonar. No curto espaço de tempo com Dom Bosco, percorreu um caminho de crescimento na fé e encontrou sentido em sua vida.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

(Auto)biografia e História da Educação

ALGUMAS IDEIAS
A escrita (auto)biográfica é uma das experiências que proponho aos estudantes de Licenciatura em Pedagogia, na disciplina História da Educação.
É muito interessante perceber as reações dos estudantes no momento em que apresento a proposta: uns ficam empolgados, outros temerosos. O estranhamento é muito comum, pois alguns estudantes não compreendem ainda que as suas histórias são relevantes para a compreensão de contextos e acontecimentos históricos. Eles, às vezes, não se vêm enquanto sujeitos históricos. Para alguns, sujeitos históricos seriam "os grandes personagens da história", os reis, as rainhas, os generais,  artistas de destaque... enfim, pessoas da elite. Essa concepção é bem própria do ensino tradicional de história, influenciado pela perspectiva positivista.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Martins de Aguiar, um filólogo e educador cearense

Em 2004, quando pesquisava sobre a história do Liceu do Ceará entre os anos 1937 e 1945, entrevistei alguns ex-estudantes, tais como: Caio Lóssio Botelho, Alberto Santiago Galeno, Oswaldo Evandro e Vinícius Barros Leal.

Ambos recordaram a qualidade de ensino presente no Liceu do Ceará nos anos mencionados e sobre o quadro de educadores composto por homens ilustres, prestigiados socialmente graças à competência nas áreas do conhecimento em que atuavam.

Os professores do Liceu eram selecionados por rigoroso processo seletivo, tinham bons salários e eram reconhecidos pelo zelo com relação a disciplina dos estudantes.

Martins de Aguiar foi citado em todas as entrevistas com um dos melhores educadores do Liceu do Ceará nas primeiras décadas do século XX, dentre outros mencionados. 

sábado, 12 de março de 2011

Dom Antônio de Almeida Lustosa: 125 anos de nascimento em 2011!

Aproximando-se o aniversário de um ano do Ateliê de Educadores não podia deixar de mencionar um autor que me fascina toda vez que leio alguns de seus textos: Dom Antônio de Almeida Lustosa.

Mineiro de São Del Rei, Dom Lustosa nasceu no dia 11 de fevereiro de 1886. Educador Salesiano, ainda jovem foi nomeado bispo (1925), dirigindo as dioceses de Uberaba (1925 a 1928), Corumbá (1928 a 1931) e Belém (1931 a 1941) e a arquidiocese de Fortaleza (1941 a 1963). Faleceu em 14 de agosto de 1974, na cidade de Carpina - Pernambuco.

AS PLANTAS CURAM!

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