quinta-feira, 18 de maio de 2017

Algumas frases de Michel Foucault



“A disciplina é um princípio de controle da produção do discurso. Ela lhe fixa os limites pelo jogo de uma identidade que tem a forma de uma reatualização permanente das regras.” (Michel Foucault)

“A heresia e a ortodoxia não derivam de um exagero fanático dos mecanismos doutrinários, elas lhes pertencem fundamentalmente.” (Michel Foucault)

“A heresia e a ortodoxia não derivam de um exagero fanático dos mecanismos doutrinários, elas lhes pertencem fundamentalmente.” (Michel Foucault)

“A norma, está inscrita entre as “artes de julgar”, ela é um princípio de comparação. Sabemos que tem relação com o poder, mas sua relação não se dá pelo uso da força, e sim por meio de uma espécie de lógica que se poderia quase dizer que é invisível, insidiosa.” (Michel Foucault)

“A ordem é ao mesmo tempo aquilo que se oferece nas coisas como sua lei interior, a rede secreta segundo a qual elas se olham de algum modo umas às outras e aquilo que só existe através do crivo de um olhar, de uma atenção, de uma linguagem...” (Michel Foucault)

“As luzes que descobriram as liberdades inventaram também as disciplinas.” (Michel Foucault)

“Mas a relação castigo-corpo não é idêntica ao que ela era nos suplícios. O corpo encontra-se aí em posição de instrumento ou de intermediário; qualquer intervenção sobre ele pelo enclausuramento, pelo trabalho obrigatório visa privar o indivíduo de sua liberdade considerada ao mesmo tempo como um direito e como um bem. (…) O castigo passou de uma arte das sensações insuportáveis a uma economia dos direitos suspensos.” (Michel Foucault)

“Todo sistema de educação é uma maneira política de manter ou de modificar a apropriação dos discursos, com os saberes e os poderes que eles trazem consigo.” (Michel Foucault)


“Utopia do poder judiciário: tirar a vida evitando de deixar que o condenado se sinta mal, privar de todos os direitos sem fazer sofrer, impor penas isentar de dor.” (Michel Foucault)

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Sociologia - Uma síntese


O que é a Sociologia
Do latim socius, sócio, e do grego «λóγος», logos, é a ciência social que estuda os fenômenos coletivos produzidos pela atividade social dos seres humanos, dentro do contexto histórico-cultural no qual se encontram imersos.

História da Sociologia
Surgiu como ciência a partir de três revoluções que ocorreram na Europa ao longo XVIII:
1. Revolução Industrial à consolidou o capitalismo diante do feudalismo medieval;
2. Revolução Francesa  à em nome da igualdade, da liberdade e da fraternidade colocou no poder a burguesia, destronando a nobreza e o clero;

3. Revolução Cultural (Iluminismo) à supervalorização da razão, da ciência e da técnica. Responsável pelo modo de vida característico da modernidade.


A formação da Sociologia como ciência se deu no século XIX com a definição de seu objeto de estudo e a metodologia a ser utilizada, a partir do posicionamento dos pensadores em relação ao contexto revolucionário no século anterior.

Tendências da Sociologia em sua origem
Conservadores: buscavam reorganizar a sociedade com base nos valores da sociedade feudal: família, propriedade, autoridade e religião.
Autores: Edmund Burke, Joseph de Maistre e Louis de Bonald.

Positivistas: apesar da influência dos conservadores, eram otimistas em relação ao desenvolvimento do capitalismo industrial e que trabalharam para consolidar a ordem e o progresso.
Autores: Saint Simon, Augusto Comte e Émile Durkheim.


“O Amor por princípio e a Ordem por base; o Progresso por fim” (Auguste Comte)

Socialistas: pautaram as contradições do capitalismo e propuseram sua superação pelo socialismo científico a partir do trabalho de Karl Marx e F. Engels para os quais a luta de classes deveria ser o objeto de estudo da sociologia.

Objetos de estudo da Sociologia

A base teórico-metodológica da Sociologia estuda o comportamento humano em função do meio e os processos que interligam os indivíduos em associações, grupos e instituições.

Enquanto ciência, se desvincula das preocupações transcendentais.

Antecedentes do estudo sociológico

Heródoto, no século V a.C., efetuou uma descrição de povos e seus costumes.

Jaldún, século XIV d.C, cunhou a palavra llm al Urman ‘A ciência da sociedade’, também criou teorias sobre a sociedade e descreveu as sociedades do Magreb.

Voltaire, Montesquieu e Vico se inteiravam em analisar as instituições sociais e políticas europeias.

Lord Kames inicia a análise das causas das mudanças sociais.

Joseph de Maistre e Edmund Burke procuraram saber as razões das mudanças e estabilidade existentes na sociedade.

Henri de Saint-Simon (1760-1825) - primeiro a defender uma teoria e pesquisa científica dos fenômenos sociais = vontade de criar uma ‘física social’, ou seja, um conhecimento indiscutível da sociedade da mesma forma que a Física (Positivismo).

Auguste Comte, secretário de Saint-Simon entre 1817 e 1823, desenvolveu suas teorias sob as premissas do positivismo.

Von Stein (1815-1890) introduziu o conceito de sociologia como ciência (Die Wissenschaft der Gesellschaft), incorporando ao seu estudo o que chamou ‘Movimentos Sociais’ e a dialética hegeliana.

Alexes de Tocqueville (1805-1859) - reconhecido como um dos precursores da sociologia por seus estudos sobre a Revolução Francesa e sobre os Estados Unidos (A Democracia na América, publicado entre 1835-1840).

Sociologia, uma ciência
Émile Durkheim, que se inspirou em algumas teorias de Auguste Comte para renovar a sociologia, queria em particular ‘estudar os feitos sociais como se fossem coisas’. 

Um dos objetivos da sociologia era desenvolver-se como uma ciência autônoma.

Durkheim procurou distinguir a sociologia da filosofia por um lado e da psicologia por outro. Considera-se Durkheim como um dos pais da sociologia.

Weber acreditava que o objeto de estudo da sociologia é a ação social, contestando as teses de Marx e Engels, negando o determinismo econômico e afirmando que somente a investigação de cada caso poderá indicar qual é o determinante em cada situação social.

Para que a sociologia?
A produção sociológica pode estar voltada para conceber uma forma de conhecimento comprometida com emancipação humana. Mas pode ser um instrumento para legitimar a dominação.  Pode ser orientada como uma “ciência da ordem”.

Principais autores da Sociologia
Auguste Comte - criador do positivismo e da disciplina de Sociologia.


Razão e ciência = únicas vias da humanidade capazes de instaurar a ordem social sem apelar para o subjetivismo teológico e metafísico.

Todas as ciências formavam uma hierarquia, de maneira que cada nível dessa hierarquia dependia do anterior, de acordo com a complexidade dos fenômenos estudados. Na base de tal hierarquia deveriam estar a matemática, seguida da mecânica, a física, a química, a biologia e, por último, encabeçando a pirâmide das ciências se encontrava a Ciência da Sociedade: A Sociologia.

A sociologia = uma nova religião laica da humanidade.

Método positivista: os problemas sociais e morais devem ser analisados a partir de uma perspectiva científica positivista que se fundamente na observação empírica dos fenômenos e que permita descobrir e explicar o comportamento das coisas nos términos de leis universais suscetíveis de ser utilizadas em proveito da humanidade.

Émile Durkheim



Se preocupou em criar regras para o método sociológico, garantindo-lhe um status de saber científico.

À sociologia caberia estudar somente os “fatos sociais”, e estes consistiriam em maneiras de agir, de pensar e de sentir exteriores ao indivíduo, dotadas de um poder de coerção sobre este mesmo indivíduo.

Fato social = qualquer forma de indução sobre os indivíduos que é tida como uma coisa exterior a eles, tendo uma existência independente e estabelecida em toda a sociedade. Norma coletiva com independência e poder de coerção sobre o indivíduo.

Marx Weber


Enquanto para Émile Durkheim a ênfase da análise recai na sociedade, para o sociólogo alemão Max Weber (1864-1920) a análise deve centrar-se nos atores e suas ações.

A sociedade deve ser compreendida a partir do conjunto das ações individuais reciprocamente referidas.

Ação Social = qualquer ação que o indivíduo pratica orientando-se pela ação de outros.


Ilustrando a Ação Social
Imaginemos dois ciclistas que andam na mesma rodovia em sentidos opostos. O simples choque entre eles não é uma ação social. Mas a tentativa de se desviarem um do outro já pode ser considerada uma ação social, uma vez que o ato de desviar-se para um lado já indica para o outro a intenção de evitar o choque, esperando uma ação semelhante como resposta. Estabelece-se, assim, uma relação significativa entre ambos.


A Sociologia, na interpretação de Weber, é uma ciência que tem por objeto compreender claramente a conduta humana e fornecer explicação causal de sua origem e resultados.

Karl Marx


A luta de classes é um conceito ou uma teoria que explica a existência de conflitos sociais como resultado de um suposto conflito central ou antagonismo inerente a toda sociedade politicamente organizada entre os interesses de diferentes setores ou classes sociais.

Nossa época não eliminou o antagonismo das classes, mas a converteu em mais simples, já que a sociedade vai se separando em dois grandes campos inimigos: a burguesia e o proletariado.

sexta-feira, 24 de março de 2017

Algumas ideias de Hanna Arendt


Os homens são seres condicionados: tudo aquilo com o qual eles entram em contato torna-se imediatamente uma condição de sua existência. A existência humana seria impossível sem as coisas, e estas seriam um amontoado de artigos incoerentes, um não-mundo, se esses artigos não fossem condicionantes da existência humana.

O “trabalho” refere-se ao ciclo vital dos homens e diz respeito àquilo que é próprio do animal laborans. A “obra” trata da mundanidade artificial e está associada à condição do homo faber. Por fim, a “ação” é a mediação da vida política e corresponde à condição humana da pluralidade.

Política = ação e processo = conquista da liberdade.

O homem só pode assumir a sua condição humana se exercer tudo o que é seu por direito, ou seja, se conjugar a vita activa e a contemplativa. A dissociação dessas duas esferas, que são humanas por excelência, nos mostra homens incapazes de agir e refletir, que produziram sociedades incapazes de agir e refletir, sociedades onde só se cumpriam ordens. 
A preservação da liberdade só é possível se as instituições pós-revolucionárias interiorizarem e mantiverem vivas as idéias revolucionárias.

Os homens perderam o poder de julgar no meio de um grupo sobre a realidade do mundo. Por outro lado, existe uma supressão dos regimes totalitários que visam benefícios para poucos.

A via totalitária depende da banalização do terror, da manipulação das massas, do acriticismo face à mensagem do poder. A ação coercitiva e violenta do Estado totalitário, tende a supressão da diversidade e da subjetividade, bem como a negação dos mais elementares direitos humanos.


Os homens ganham excelência na atividade de trabalho e perdem em capacidade de discurso e de ação, o que coloca o problema da despolitização dos sujeitos e do crescente pragmatismo e instrumentalização do mundo. Com a redução do espaço público como espaço de ação, tem-se o predomínio do animal laborans e do homo faber sobre o zoonpolitikon.

sábado, 11 de fevereiro de 2017

CARTA DE RAQUEL DE QUEIRÓZ

O mundo parece que só não progride mais rapidamente porque há, em muitas criaturas, um invisível desencanto de aprender. De aprender mais continuamente, de aprender sempre.
Em geral, atingido um limite de conhecimento indispensável a certas garantias, o indivíduo instala-se nele, e deixa correr o tempo, sem se preocupar com a renovação constante das coisas. São esses, na verdade, os que se surpreendem quando, certo dia, encontram circunstâncias diversas a atender. Pensaram que tinham formado um mundo inalterável e lhes bastava ir até o fim nessa cômoda rotina.
Mas, em alguns casos, não possuem, sequer, uma limpidez de vistas suficiente para aceitarem a certeza dessa renovação. Obstinam-se em pensar quem têm a verdade consigo. E não somente em pensar, mas em dizer.
Ora, quem é dono de uma verdade atingiu, decerto, um grau de superioridade inexcedível. Quem possui uma verdade não se vai agora modificar em atenção a nada e a ninguém. É todo-poderoso e perfeito.
Assim, os rotineiros pacíficos, viciados na imobilidade das ideias, e os rotineiros pretensiosos, impregnados da convicção de uma sabedoria insuperável, constituem duas fileiras imensas, entre as quais passam a custo, e com uma impressionante coragem, os que se acostumaram a pôr sobre todas as coisas uma claridade sem enganos, e conquistaram o gosto de atingir cada dia um ponto mais alto para o seu destino.
Esse gosto provém da humildade persistente de aprender.
A cada instante há na vida um novo conhecimento a encontrar, uma nova lição despertando, uma situação nova, que se deve resolver.
Entre os inertes e os que não dão por isso ou não podem assumir nenhuma atitude, e os presumidos que, imperturbavelmente, deixam cair o seu orgulho e o seu tédio sobre os mais contraditórios acontecimentos, aqueles que, afinal, constroem alguma coisa no mundo organizam suas atividades para vencer a experiência que se lhes apresenta.
Vencem-na pela inteligência com que a aceitam, pelos poderes com que a compreendem, pela interpretação e o estímulo que a seu respeito são capazes de formular.
Tudo isso é aprender. E aprender é sempre adquirir uma força para outras vitórias na sucessão interminável da vida.
Os adultos aconselham frequentemente às crianças a vantagem de aprender, vantagem que tão pouco conhecem e que assim mesmo dificilmente seriam capazes de seguir.
Pode ser que um dia cheguem a mudar muito, e deem tais. conselhos a si mesmos.
Daí por diante, o mundo começará a ficar melhor.

Rio de Janeiro, Diário de Notícias. 10 de dezembro de 1932


Referência
AZEVEDO, Leodegário Amarante de. Cecília Meireles: Crônicas da Educação. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001.

Plano de ação pedagógica: O que é?


A inserção no campo de observação é um momento em que podemos conhecer o real espaço de atuação do educador. Como afirmamos anteriormente, é oportunidade sem igual para que o estudante perceba como funciona a relação teoria e prática, conheça a realidade escolar e seus principais desafios. Mas para tornar essa vivência um momento de rico de formação o estudante precisa sistematizar, sob a orientação do professor da disciplina Pesquisa e prática pedagógica, seu plano de ação pedagógica. Ele é o primeiro subsídio a ser elaborado pelo estudante antes de entrar em campo. No que resultará um trabalho de campo sem o devido planejamento? Sem ter clareza quanto aos objetivos? Sem saber o que irá realizar e quando?

O plano de estágio é um instrumento que permite a transparência sobre as funções, responsabilidades atribuídas durante o trabalho de campo. Nele, o estudante informa tudo o que realizará durante sua presença no campo. Procuremos, portanto, conhecer os componentes desse plano: identificação, justificativa, objetivos, caracterização da atividade de campo, fundamentação teórica, metodologia e atividades previstas, cronograma estratégias de avaliação e referências.

A identificação reunirá informações tais como: nome do estudante, número de matrícula, nome do curso, nome do professor orientador, nome do supervisor na unidade onde a atividade de campo será realizada, carga horária da atividade de campo, data de início e término da atividade.

Na justificativa se apresentam as razões para a realização da atividade de campo, refletindo sobre o significado dessa vivência para a formação acadêmica e profissional.

Os objetivos estão diretamente relacionados às atividades dispostas na caracterização da atividade de campo. Neles o estudante define suas metas ao realizar a atividade de campo.

A caracterização da atividade de campo compreende a relação das competências a serem desenvolvidas pelo estudante durante a atividade de campo, tais como: análise do contexto da instituição escolhida; apanhado de dados do cotidiano escolar como questões disciplinares, relação aluno-professor, metodologia de ensino, processos de avaliação, arquitetura escolar, dentre outros; observação do dia a dia da gestão, dando suporte a atividades específicas; levantamento de problemas enfrentados pela escola, especialmente que interferem no processo de aprendizagem; elaboração de plano de intervenção.

Na fundamentação teórica o estudante mencionará os conceitos e respectivos autores que servirão como referência durante a realização da atividade de campo. Os referenciais permitem uma leitura mais crítica da realidade. No diálogo com eles podemos adquirir a habilidade de perceber as nuances dos problemas que forem identificados no ambiente educacional, realizar leitura crítica e vislumbrar possíveis meios de superação.

A metodologia é delineada pelo estudante como meio para alcançar os objetivos propostos. Nesse sentido, visando a coleta de dados, o estudante poderá realizar entrevistas com integrantes do ambiente escolar, realizar visitas programadas às dependências do ambiente escolar, realizar atividade de observação do ambiente físico, das ações de gestão, docentes e eventos educacionais, analisar o projeto político pedagógico, regimento da escola e planos de ensino e de aula, dentre outros.

No cronograma o estudante relaciona as atividades a serem desenvolvidas, atrelando-as ao tempo em que serão realizadas.

Em estratégias de avaliação o estudante descreverá como se dará a avaliação de sua atividade de campo. Alguns itens podem ser considerados, tais como: frequência, realização satisfatória das atividades previstas; entrega do relatório final da atividade de campo.

O último item do plano de ação é a referência, que compreende o conjunto de informações das fontes que serão utilizadas como fundamentação teórica para a vivência.

O plano de ação será desenvolvido pelo estudante com a aprovação do professor orientador. Durante a atividade de campo, o estudante manterá diálogo permanente com o professor orientador, discutindo aspectos do plano, pontos positivos e dificuldades que por ventura surgirem. Na instituição onde estiver atuando (seja ela pública, privada ou ligada ao terceiro setor), o estudante deverá ter o acompanhamento de um responsável local, também chamado de supervisor de campo.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

I Ateliê Encontros de Língua Portuguesa


Ateliê Encontros de Língua Portuguesa é uma iniciativa do Ateliê de Educadores e visa promover momentos de estudo sobre conteúdos de Língua Portuguesa, com foco na preparação para Concursos.

Na manhã do dia
19 de fevereiro de 2017, das 9h às 12h, realizaremos o I Ateliê Encontros de Língua Portuguesa que trará "Concordância nominal e verbal"como tema de estudo.

Quer participar?
Confirme o seu interesse e no dia doe dois quilos de alimento não-perecível.

Local: Espaço Colabora - Rua Carlos Gomes, 471 - Bairro José Bonifácio (Próximo da Procuradoria da Justiça)

Mais informações e inscrições CLIQUE AQUI.

Como chegar

terça-feira, 22 de março de 2016

Economia Solidária: uma ousadia necessária!




Em tempos de crise econômica e desemprego, reunir pessoas e compartilhar projetos é uma iniciativa que pode produzir bons frutos.
Alguns têm o desejo de ter um negócio próprio e muitas vezes o único recurso que dispõe é a sua força de trabalho.
Na economia solidária pessoas estudam, planejam, administram e executam em colaboração, solidariamente. Também dividem responsabilidades e ganhos.
Numa sociedade marcada por uma tradição em que a hierarquia é uma concepção e uma prática, isto é, onde uns comandam e muitos obedecem, torna-se mais “cômodo” a opção pelo emprego fixo, em detrimento do empreendedorismo.
O emprego fixo é preferido porque o trabalhador sabe que no final do mês terá pelo menos um salário. Pelo empreendedorismo terá que realizar investimentos e considerar um tempo de retorno. Nesse sentido, empreender significa correr riscos, mas ao mesmo tempo, construir novas oportunidades.
Podemos decidir por organizar um negócio próprio, mas há também a possibilidade de compartilhar projetos e competências e criar parcerias, vivenciando o empreendedorismo solidário.

Ousar é preciso e tornar-se empreendedor em colaboração com outros é dupla ousadia: 1. A coragem de empreender; 2. A convicção de que é possível dialogar e criar oportunidades de geração de renda.

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