segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Por uma cultura de paz

Professora Jussara Hubner estréia em nosso blog com um texto que versa sobre a cultura de paz, colocando Jesus como promotor da paz no mundo por excelência. A ela os sinceros agradecimentos do Ateliê de Educadores.

Para começar conceituaremos o termo Paz:

Paz é geralmente definida como um estado de calma ou tranqüilidade, uma ausência de perturbações ou agitação (1). Derivada do latim Pacem.

Alguns pensadores falaram e escrevem sobre a Paz e eis alguns pensamentos interessantes para refletirmos a respeito.

Não existe um Caminho para a PAZ. A PAZ é o Caminho. (Mahatma Gandhi).

A paz é a única forma de nos sentirmos realmente humanos. (Albert Einstein).

Um pedaço de pão comido em paz é melhor do que um banquete comido com ansiedade. (Esopo).

Desenvolver força, coragem e paz interior demanda tempo. Não espere resultados rápidos e imediatos, sob o pretexto de que decidiu mudar. Cada ação que você executa permite que essa decisão se torne efetiva dentro de seu coração. (Dalai Lama).

A libertação do desejo conduz à paz interior. (Lao-Tsé).

Se você passar por uma guerra no trabalho, mas tiver paz quando chegar em casa, será um ser humano feliz. Mas, se você tiver alegria fora de casa e viver uma guerra na sua família, a infelicidade será sua amiga. (Augusto Cury).

A paz do coração é o paraíso dos homens. (Platão).

A paz não é um estado primitivo paradisíaco, nem uma forma de convivência regulada pelo acordo. A paz é algo que não conhecemos, que apenas buscamos e imaginamos. A paz é um ideal. (Hermann Hesse).

A paz da consciência é o maior de todos os dons. Uma pessoa com a consciência limpa não tem motivos para temer os espectros. (Lin Yutang).

O primeiro dos bens, depois da saúde, é a paz interior. (François La Rochefoucauld).

Em tempo de paz o homem belicoso ataca-se a si próprio. (Friedrich Nietzsche).


Não desmerecendo os grandes escritores em seus pensamentos sobre Paz, desejo apresentar o maior dos pensadores que não somente escreveu sobre a paz, mas viveu essa paz em sua totalidade. Ele começa assim:

Não se abalem! Continuem confiando em Deus e continuem confiando em mim... (Jo 14. 1).

Eu lhes deixo a paz. A minha própria Paz eu dou a vocês. Eu não dou a paz como o mundo a dá. Portanto, os seus corações não devem ficar nem perturbados nem com medo. ( Jo.14.27).

Queridos leitores, o que temos visto, ouvido e presenciado das mais diversas formas por meio da comunicação escrita, falada e televisada é assustador. A violência cresce a cada dia. Há um movimento mundial em prol da divulgação e da disseminação da Paz. Existem contratos, tratados assinados por líderes de todos os cantos do mundo no interesse de promover a Paz entre as pessoas. Elaboram-se projetos de resgate das maiorias desprivilegiadas com a intenção de oferecer as mesmas oportunidades para todos de trabalho, estudo, saúde e lazer. Entretanto, apesar de todo esse esforço vivenciamos também a frustração de não ter alcançado o objetivo desejado. Eu creio que somente com a paz verdadeira reinando os nossos corações, trabalhando em nós o caráter de justiça, igualdade, fraternidade, bondade e alteridade que só em Jesus nós encontramos, que teremos a esperança de um mundo melhor.

Jesus é a Paz e Ele nos dá a sua Paz.
Jesus Paz para as cidades. Eu creio nisso.

Sejamos promotores dessa Paz verdadeira.
Sejamos proclamadores das boas novas do evangelho de Cristo.
Sejamos, pois, verdadeiramente crentes em Jesus.

Jussara Marques Hübner, Especialista em Psicologia da Educação- PUC de Belo Horizonte.Psicóloga Clínica. Professora Universitária. Pertence a Convenção Batista Baiana na coordenadoria de Formação Cristã. Contatos: jmarqueshubner@gmail.com

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